55% são contra liberação de armas

Opinião Pública -

Depois de ser tema da campanha eleitoral em vários momentos, o direito a ser armar continua sendo rejeitado pela maioria dos eleitores brasileiros. Para 55% deles, a posse de armas deve ser proibida, pois representa uma ameaça à vida das pessoas, e 41% pensam o contrário, que possuir uma arma legalizada deveria ser um direito do cidadão para se defender. Os demais 4% preferiram não opinar sobre a questão.

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Eleitores se dividem sobre TSE no caso de campanhas no Whtasapp

Opinião Pública -

A maioria dos eleitores brasileiros (61%) tomou conhecimento da reportagem da Folha de S. Paulo, publicada na semana passada, a respeito da compra de pacotes de envio de mensagens contrárias ao PT disparadas pelo WhatsApp, por parte de algumas empresas apoiadoras à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL). Dessa parcela, 26% declararam estar bem informados sobre o tema, 26%, mais ou menos informados e 9% mal informados. Uma parcela de 39% não tomou conhecimento - esse índice é mais alto entre os menos instruídos (52%) e entre os mais pobres (48%).

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24% dos eleitores usam Whatsapp para compartilhar conteúdo eleitoral

Opinião Pública -

Dois em cada três eleitores brasileiros (66%) têm contas em redes sociais. Entre os mais jovens, o índice alcança 90%, e cai conforme o avanço da idade - na faixa de 45 a 59 anos, fica em 55%, e entre os mais velhos, com 60 anos ou mais, abrange um em cada três eleitores (34%). Os menos escolarizados também têm menos acesso a redes sociais (34%) do que aqueles que estudaram até o ensino médio (78%) ou superior (91%). Na análise por renda, também há discrepância, porém em menor grau: entre os mais pobres, 53% acessam redes sociais, com renda familiar de até 2 salários, ante 89% entre os mais ricos, com renda familiar superior a 10 salários. No grupo de eleitores de Bolsonaro, 71% têm contas nas redes sociais, contra 61% no eleitorado de Haddad.

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Ibaneis (74%) tem larga vantagem sobre Rollemberg (36%) no DF

Eleições -

A três dias do 2º turno, Ibaneis (MDB) se consolida na liderança da corrida eleitoral para o governo do Distrito Federal, com ampla vantagem sobre Rodrigo Rollemberg (PSB). Em comparação ao levantamento anterior, do dia 18 de outubro, Ibaneis oscilou de 75% para 74% dos votos válidos e Rollemberg, de 25% para 26%. Ibaneis foi o candidato mais votado, com 42% dos votos válidos, ante 14% do govenador. Para a contabilidade dos votos válidos são excluídos os votos em branco ou nulos e os indecisos, é assim que a Justiça Eleitoral contabiliza e divulga o resultado oficial da eleição.

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Disputa em Minas traz Zema (68%) com vantagem sobre Anastasia (32%)

Eleições -

A três dias do 2º turno, Romeu Zema (NOVO) segue na liderança isolada da corrida eleitoral para o governo de Minas Gerais, com ampla vantagem sobre Antonio Anastasia (PSDB). Em comparação ao levantamento anterior, do dia 18 de outubro, a vantagem de Zema sobre Anastasia recuou de 42 para 36 pontos, no período o candidato do Novo oscilou de 71% para 68%, e o tucano, de 29% para 32%. No 1º turno, Zema foi o candidato mais votado, com 43% dos votos válidos, ante 29% do senador. Para a contabilidade dos votos válidos são excluídos os votos em branco ou nulos e os indecisos, é assim que a Justiça Eleitoral contabiliza e divulga o resultado oficial da eleição.

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