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Governo Kalil é aprovado por 60% em BH

Opinião Pública -

Seis em cada dez eleitores de Belo Horizonte (60%) avalia como ótimo ou bom o governo de Alexandre Kalil (PSD) à frente da prefeitura de Belo Horizonte. Uma parcela de 27% avalia como regular, 12% avaliam como ruim ou péssimo 1% não opinou.

A aprovação ao governo Kalil é majoritária em todas as variáveis sociodemográficas, com exceção dos mais ricos (47%), e alcança os índices mais altos entre os que aprovam o desempenho do governo municipal no combate ao coronavírus (80%) e entre os seus eleitores (83%). Por outro lado, o índice de reprovação à gestão Kalil é mais alto entre os que possuem renda familiar mensal de mais de 10 salários mínimo (25%), entre os eleitores de João Vitor Xavier (Cidadania) (33%), entre os que pretendem votar em branco ou nulo (35%), entre os que reprovam a administração municipal no enfrentamento da pandemia (63%) e entre os que defendem a reabertura das escolas (26%).

Nesse levantamento, nos dias 05 e 06 de outubro de 2020, foram realizadas 800 entrevistas presenciais, com eleitores da cidade de Belo Horizonte de 16 anos ou mais, de todas as regiões da cidade. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos considerando um nível de confiança de 95%.

Quanto à avaliação do governo estadual, de Romeu Zema (Novo), 36% dos eleitores da capital miniera avaliam como ótimo ou bom, 38% como regular e 23%, como ruim ou péssimo. Uma fração de 3% não opinou.

A aprovação à gestão estadual é mais alta entre os que aprovam o governo Bolsonaro (53%), entre os que defendem a reabertura das escolas (47%) e entre os que reprovam o desempenho da administração municipal no enfrentamento da pandemia (46%). Já, a reprovação ao governo estadual é mais alta entre os que têm 25 a 34 anos (32%), entre os que se autodeclararam como pretos (33%), entre os simpatizantes do PT (38%) e entre os que estão insatisfeitos com o governo Bolsonaro (42%).

Na capital mineira, o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) é avaliado como ótimo ou bom por 40%, como regular por 23% e como ruim ou péssimo, por 37%. Uma fração de 1% não opinou.

O governo Bolsonaro obtém índices de aprovação mais altos entre os que aprovam a reabertura das escolas (53%), entre os evangélicos (51%), entre os eleitores de João Vitor Xavier (61%), entres os que reprovam o governo Kalil (55%), entre os que aprovam o governo Zema (60%) e entre os que aprovam o desempenho da gestão Kalil no combate ao coronavírus (61%).

Em contrapartida, índices mais altos de reprovação ao governo Bolsonaro são observados entre os mais jovens do que entre os mais velhos (52% ante 31%), entre os mais instruídos do que entre os menos instruídos (48% ante 33%), entre os que se autodeclararam como pretos (47%), entre os simpatizantes do PT (63%) e entre os que reprovam o governo Zema (68%).

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