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Taxa de confiança nas urnas eletrônicas recua de 82% para 73%

Opinião Pública -

Três em cada quatro eleitores (73%) confiam nas urnas eletrônicas usadas nas eleições brasileiras, desses, 42% confiam muito e 31% confiam um pouco. Um quarto (24%) não confia nas urnas eletrônicas e 2% não opinaram.

Em comparação à última pesquisa, de março, a taxa de quem confia nas urnas eletrônicas recuou oito pontos percentuais - esta é primeira vez que o índice recua -, enquanto a taxa de quem não confia cresceu sete pontos percentuais: naquela data, 82% confiavam nas urnas eletrônicas (47% muito e 35% um pouco) e 17% não confiavam. No primeiro levantamento da série histórica, em dezembro de 2020, 69% confiavam nas urnas eletrônicas e 29% não confiavam.

O índice de confiança nas urnas eletrônicas é majoritário em todas as variáveis sociodemográficas e alcança taxas mais altas entre os mais instruídos (79%), entre os eleitores de Lula (82%) e entre os que reprovam o governo Bolsonaro (83%).

Já, a taxa de desconfiança é mais alta entre os empresários (38%), entre os evangélicos (31%), entre os eleitores de Bolsonaro (40%) e entre os que aprovam o governo Bolsonaro (43%).

O atual levantamento foi realizado nos dias 25 e 26 de maio de 2022, com 2.556 entrevistas presenciais em 181 municípios, com eleitores de 16 anos ou mais de todas as regiões do país. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE - BR-05166/2022.

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