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Para 66%, situação econômica do país piorou nos últimos meses

Opinião Pública -

Pesquisa Datafolha mostra que a avaliação da situação econômica do país segue estável, com a maioria avaliando que a situação piorou nos últimos meses. Dois em cada três (66%) avaliam que a situação piorou (mesmo índice de março), 18% avaliam que ficou como estava (era 19%) e 14%, avaliam que melhorou (eram 13%). Uma fração de 1% não opinou (mesmo índice anterior).

A taxa mais alta de piora da situação econômica do país foi observada em setembro de 2021, quando era 69%, enquanto a taxa mais alta de melhora da situação econômica foi em dezembro de 2019 (28%).

A avaliação de que a situação econômica do país piorou nos últimos meses alcança índices mais altos entre as mulheres do que entre os homens (71%, ante 61%), entre os moradores da região Nordeste (72%), entre os eleitores de Lula (84%, ante 27% entre os eleitores de Bolsonaro) e entre os que reprovam o governo Bolsonaro (91%).

Entre os que aprovam o governo Bolsonaro, 46% avaliam que a situação econômica do país melhorou, para 23% piorou e 29% não perceberam mudança.

Quanto à situação econômica pessoal, a parcela que avalia que a situação piorou cresceu de 46%, em março, para 52%. A taxa que avalia que a situação econômica pessoal ficou igual recuou de 34% para 29% e a taxa que a avalia que a situação melhorou se manteve em 19%.

O atual levantamento foi realizado nos dias 25 e 26 de maio de 2022, com 2.556 entrevistas presenciais em 181 municípios, com eleitores de 16 anos ou mais de todas as regiões do país. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE - BR-05166/2022.

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