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Brasileiro segue otimista com economia

Opinião Pública -

Algumas das razões para essa expectativa positiva, incluindo situação da economia, do desemprego e do poder de compra, foram medidas no levantamento.

Na opinião de 44% dos brasileiros, a inflação vai aumentar nos próximos meses, índice acima dos que ficará como está (37%). Uma fatia menor (13%) acredita ainda que a inflação irá diminuir. Esses patamares se mantém estáveis quando comparados à expectativa de inflação em janeiro deste ano, quando Dilma completou um ano de governo.

A expectativa sobre o desemprego divide igualmente a opinião dos brasileiros: para 33%, o desemprego irá aumentar nos próximos meses, mesmo índice dos que acreditam que irá diminuir e similar ao dos que acreditam que irá ficar como está (31%). Em janeiro, os índices ficavam em 32%, 36% e 29%, respectivamente. No levantamento atual, 4% não souberam responder.

Sobre o poder de compra, os otimistas, que acreditam que irá aumentar nos próximos meses, somam 39%. São em maior proporção do que aqueles que acreditam que o poder de compra ficará como está (33%) e do que os que dizem que irá diminuir (22%). Na fatia dos que aprovam o governo Dilma, fica acima da média (45%) a taxa dos que acreditam que o poder de compra irá aumentar. Isso também acontece entre os brasileiros que tem de 25 a 34 anos (45%). Entre os mais velhos, um índice abaixo da média (28%) acredita que o poder de compra irá diminuir, mas é maior nessa faixa etária a proporção dos que não souberam responder (12%, ante 6% em média).

A expectativa sobre a situação econômica do país e dos entrevistados também foi objeto de consulta. Para 44%, a situação econômica do Brasil vai melhorar nos próximos meses, enquanto 38% acreditam que irá ficar como está, e 13%, que irá piorar. Nas regiões Norte e Centro-Oeste, fica acima da média o índice dos que creem em uma melhora da economia brasileira (52%), enquanto no Sudeste essa proporção fica abaixo da média (38%).

Em relação à situação pessoal, há mais brasileiros otimistas: 57% acreditam que sua situação econômica irá melhorar nos próximos meses, ante 31% que dizem que ficará como está, e 8%, que irá piorar. Também nesse caso, destacam-se as regiões Norte e Centro-Oeste, onde 68% acreditam que a situação econômica pessoal irá melhorar, assim como aqueles com idade entre 25 e 34 anos (64%).

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