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Doria e Witzel superam aprovação de Bolsonaro no combate ao coronavírus

Opinião Pública -

O Datafolha mediu o desempenho dos governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), na crise do coronavírus, e aprovação a ambos supera a registrada para o presidente Jair Bolsonaro tanto no conjunto do país quanto nesses dois estados.

Os resultados são de pesquisa feita entre 01 e 03 de abril junto a brasileiros que possuem telefone celular, pós ou pré-pago, com 16 anos ou mais, em todas as regiões do país. As amostras de São Paulo e Rio de Janeiro foram expandidas para permitirem a leitura dos resultados por essas unidades da Federação. Dessa forma, as entrevistas feitas nesses dois estados foram incluídas na amostra nacional, cuja coleta foi encerrada na última sexta-feira pela manhã, e se estenderam até o final do dia, para comporem um perfil único para cada um deles. As entrevistas foram feitas por telefone para evitar contato pessoal com a população.

De forma geral, 58% dos brasileiros que possuem telefone celular avaliam a gestão de seus governadores como ótima ou boa na crise do coronavírus, e para 16% ela é ruim ou péssima. Há ainda 23% de avaliação regular, e 2% sem opinião sobre o tema.

O desempenho do governador tucano em relação ao coronavírus é avaliado como ótimo ou bom por 51% dos entrevistados do Estado de São Paulo, e como ruim ou péssimo por 19%. Para 27%, a trabalho de Doria na pandemia é regular, e 4% não opinaram.

Os cariocas têm avaliação similar aos paulistas quanto ao desempenho de seu governador: para 55%, o desempenho de Witzel é ótimo ou bom, e 17% o avaliam como ruim ou péssimo. Uma parcela de 24% considera regular o trabalho feito pelo governador fluminense, e 3% preferiram não opinar sobre o tema.

Na média brasileira, o presidente Jair Bolsonaro tem seu trabalho na crise do coronavírus avaliado como ótimo ou bom por 33%, como ruim ou péssimo por 39%, e como regular por 25%, além de 2% sem opinião a respeito. Em São Paulo, a avaliação positiva do presidente fica em 28%, e a negativa em 43%, com os demais apontando uma gestão regular (25%) ou sem opinar (4%) No Rio, a aprovação de Bolsonaro é de 34%, a negativa, de 39%, e a regular fica também em 25%, e 2% não responderam.

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