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Pezão lidera com 34% dos válidos; Garotinho e Crivella empatam

Eleições -

Faltando três dias para as eleições estaduais, pesquisa Datafolha, realizada com eleitores do Estado do Rio de Janeiro, mostra disputa acirrada para o governo fluminense. Na pergunta estimulada, quando é apresentado o cartão com o nome de todos os candidatos, Pezão (PMDB) segue na liderança. Na comparação com a pesquisa da semana passada, o atual governador oscilou de 31% para 30%, Garotinho (PR) de 24% para 21% e Crivella (PRB) manteve 17%. Se a eleição fosse hoje, o candidato do PR e do PRB estariam tecnicamente empatados, porém, com probabilidade maior de Garotinho estar à frente de Crivella.

Lindberg Farias (PT) tem 13% (tinha 11%), Tarcisio Motta (PSOL) tem 6% (tinha 3%) - foi o único candidato a crescer no período - e Dayse Oliveira (PSTU) tem 1% (mesmo índice anterior). Ney Nunes foi citado, mas não alcançou 1%. A taxa de brancos ou nulos chega a 8% (era 9%) e a de indecisos a 5% (mesmo índice anterior).

Levando em conta somente os votos válidos, Pezão segue na frente com 34% (tinha 35%) das preferências. Garotinho tem 24% (tinha 28%) e Crivella, 20% (mesma taxa anterior). Lindberg tem 14% (tinha 13%), Tarcisio 7% (tinha 3%) e Dayse Oliveira, 1% (mesmo índice anterior). Ney Nunes não alcançou 1%. Essa é a terceira pesquisa Datafolha em que são divulgados os votos válidos. Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto. Considerando a margem de erro de 3,0 pontos, não é possível afirmar se Garotinho ou Crivella disputaria o 2º turno com Pezão.

Nesse levantamento realizado entre os dias 01 e 02 de outubro de 2014, o Datafolha entrevistou 1.496 eleitores em 36 municípios do Estado do Rio de Janeiro. A margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, para o total da amostra.

Na média geral, a taxa de conhecimento dos números dos candidatos se manteve estável na comparação com a da semana passada. Porém, entre os eleitores de Garotinho se observa crescimento na taxa de conhecimento e de menções corretas do número do candidato. Dos eleitores fluminenses que pretendem votar em algum candidato ou anular, 55% dos eleitores não souberam informar o número de seu candidato (mesmo índice anterior), 39% informaram corretamente o número (mesmo índice anterior), 2% informaram incorretamente (era 3%) e 4%, não souberam como anular o voto (mesma taxa anterior).

Entre os eleitores de Pezão, 57% não souberam dizer o número do candidato (era 58%), 40% informaram corretamente (mesma taxa da semana passada) e 4% incorretamente (era 3%). Já, entre os eleitores de Garotinho, 59% não souberam dizer o número do candidato (era 64%), 39% souberam informar corretamente (era 33%) e 2% informaram incorretamente (era 4%). Por fim, entre os eleitores de Crivella, 54% não souberam dizer o número do candidato (era 52%), 45% informaram corretamente (era 47%) e 1% incorretamente (mesma taxa da semana passada).

Na pergunta espontânea, as taxas de intenção de voto se mantiveram estáveis na comparação com a semana passada. Pezão tem 24% (mesma taxa anterior), Garotinho tem 13% (tinha 15%) e Crivella manteve 11%. Lindberg tem 6% (tinha 5%) e Tarcisio Motta tem 4% (tinha 2%). Dayse Oliveira e Ney Nunes foram citados, mas não alcançaram 1%. Outras respostas alcançam 2% (era 1%), brancos ou nulos 9% (era 10%) e indecisos, 31% (mesmo índice anterior).

Na comparação com a semana passada, as taxas de rejeição permaneceram estáveis. Garotinho segue como o candidato mais rejeitado, com 48% (era 47%). A seguir aparecem Lindberg, com 21% (tinha 20%), Pezão, com 20% (tinha 19%) e Crivella, com 15% (mesma taxa anterior). Ney Nunes tem 14% (era 15%), Tarcisio tem 13% (tinha 15%) e Dayse Oliveira, 13% (era 14%). Votariam em qualquer candidato 7% (era 6%), rejeitam todos os candidatos 4% (era 5%) e não souberam responder 5% (mesmo índice anterior).

Na simulação de segundo turno contra Garotinho, Pezão segue favorito. O peemedebista aumentou sua vantagem de 17 para 22 pontos. O candidato do PMDB tem 52% (tinha 50%) e o candidato do PR tem 30% (tinha 33%). Nesse cenário, brancos ou nulos são 15% (era 14%) e indecisos 3% (era 2%). Pezão recebe a maior parte dos votos de Lindberg (56% a 21%) e de Crivella (51% a 27%).

Levando em conta somente os votos válidos, Pezão alcança 64% (tinha 60%) e Garotinho, 36% (tinha 40%).

Já, no cenário de segundo turno entre Pezão e Crivella, a vantagem do atual governador se manteve estável: 47% a 39% (era 47% a 37%). Brancos ou nulos chegam a 11% (era 13%) e indecisos 3% (mesmo índice anterior). Entre os eleitores de Lindberg, Pezão estaria empatado com Crivella (42% a 45%) e perderia entre os eleitores de Garotinho (33% a 55%).

Levando em conta somente os votos válidos, Pezão tem 54% e Crivella 46% (na semana passada tinham, respectivamente, 55% e 45%).

Por fim, no cenário com Crivella e Garotinho, a vantagem do ex-ministro voltou ao patamar de duas semanas atrás, de 19 pontos. Crivella tem 49% das preferências (tinha 47%), enquanto Garotinho tem 30% (tinha 33%), brancos ou nulos alcançam 18% (mesma taxa anterior) e indecisos 3% (era 2%). O senador receberia a maior parte dos eleitores de Pezão (55% a 20%) e de Lindberg (60% a 20%).

Romário (PSB) tem 64% dos votos válidos

Romário (PSB) segue na liderança da disputa pelo senado do Rio de Janeiro. Na comparação com o levantamento da semana passada, na pergunta estimulada, o ex-jogador oscilou de 49% para 51%, enquanto Cesar Maia de 21% para 20%.

No período, Eduardo Serra (PCB) manteve 3%, Carlos Lupi (PDT) manteve 2%, Liliam Sá (PROS) manteve 2%, Pedro Rosa (PSOL) manteve 1% e Diplomata Sebasitão Neves manteve 1%. Heitor Fernandes (PSTU) foi citado, mas não alcançou 1%. Eleitores que pretendem votar em branco ou nulo chegam a 10% (era 11%) e indecisos, 10% (era 9%).

Levando em conta somente os votos válidos, Romário tem 64% (tinha 61%) e seria eleito para o senado - este é o segundo levantamento em que o ex-jogador oscila positivamente. Cesar Maia tem 25% (tinha 26%), Eduardo Serra, 3% (tinha 4%), Carlos Lupi e Liliam Sá mantiveram, cada um, 3%. Diplomata Sebastião Neves tem 1% (tinha 2%), Pedro Rosa, tem 1% (mesmo índice anterior) e Heitor Fernandes foi citado, mas não alcançou 1%. Essa é a terceira pesquisa Datafolha em que são divulgados os votos válidos. Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

De maneira geral, a taxa de desconhecimento do número dos candidatos e a taxa de menções corretas permaneceram estáveis. Não souberam informar o número do candidato 54% (era 57%), informaram corretamente o número de seu candidato 37% (era 34%), informaram equivocadamente 4% (mesmo índice anterior) e não souberam anular o voto 5% (mesmo índice anterior).

Entre os eleitores de Romário, tanto a taxa de conhecimento quanto a taxa de menções corretas cresceram e são mais altas do que entre os eleitores de Cesar Maia. Entre os eleitores do ex-jogador, 51% informaram corretamente o número (era 46%), 4% informaram erroneamente (era 2%) e 45% não souberam informar o número do candidato (era 51%). Já, entre os eleitores de Cesar Maia, 18% informaram corretamente o número do candidato (era 17%), 3% informaram de forma incorreta (era 6%) e 79% não souberam dizer o número (era 77%).

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