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Em São Paulo, Doria (53%) e França (47%) travam disputa acirrada

Eleições -

Primeira pesquisa Datafolha no 2º turno da eleição para governador de São Paulo mostra João Doria (PSDB) largando na frente, com 53% dos votos válidos enquanto seu concorrente, Marcio França (PSB), tem 47%. O ex-prefeito foi o candidato mais votado no 1º turno, com 32% dos votos válidos, ante 22% do govenador. Para a contabilidade dos votos válidos são excluídos os votos em branco ou nulos e os indecisos, é assim que a Justiça Eleitoral contabiliza e divulga o resultado oficial da eleição.

Doria alcança maior vantagem sobre França entre os mais velhos (58% a 42%), entre os mais ricos (61% a 39%), entre os moradores do interior (60% 40%) e entre os moradores de municípios com até 50 mil habitantes (58% a 42%). Já, França supera Doria entre os moradores da capital (60% a 40%) e entre os moradores de municípios com mais de 500 mil habitantes (55% a 45%).

Apesar do apoio declarado à França, a maior parcela dos eleitores de Paulo Skaf (MDB), terceiro colocado na disputa do 1º turno, pretende votar em Doria. Entre os eleitores de Skaf no 1º turno, 54% declararam voto no tucano e 46% no socialista.

Doria também é o favorito entre os eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) no estado: 72% declararam votar no ex-prefeito ante 28% no ex-governador. Enquanto entre os eleitores de Fenando Haddad (PT), a preferência é por França, 80% (ante 20% de Doria).

Nesse levantamento, nos dias 17 e 18 de outubro de 2018, foram realizadas 2.356 entrevistas presenciais com eleitores, em 73 municípios do estado de São Paulo. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, para o total da amostra.

Na contabilidade do total de votos, incluindo brancos, nulos e indecisos, Doria tem 44% e França, 40%. Brancos e nulos somam 9% e indecisos, 7%. Em relação a Doria, França está no limite máximo da margem de erro e por essa razão é baixa a probabilidade de estar tecnicamente empatado com o candidato do PSDB.

O índice de menções corretas do número do candidato é um pouco mais alto entre os eleitores de Doria (60%) do que entre os de França (51%).

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