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Diminui pessimismo dos eleitores brasileiros sobre temas econômicos

Opinião Pública -

Entre julho e agosto, houve recuo no pessimismo dos brasileiros nos indicadores econômicos consultados pelo Datafolha. Para a expectativa de inflação nos próximos meses, caiu de 58% para 52% a taxa dos que esperam por aumento, subiu de 8% para 12% a dos que esperam queda, e ficou estável (em 25%) a dos que esperam que fique como está. Uma fatia de 11% não opinou sobre o tema.

Em relação ao desemprego, caiu de 42% para 38% a fatia dos que acreditam em aumento, e subiu de 18% para 25% a dos que acreditam em diminuição - taxa mais alta desde fevereiro. Há ainda 29% que preveem que o nível de desemprego fique estável (ante 31% em julho) e 8% que preferiram não opinar.

As expectativas sobre o poder de compra nos próximos meses dividem o eleitorado: para 31%, o poder de compra dos salários irá aumentar (ante 26% em julho), 29% avaliam que irá diminuir (em julho, 35%), e 31% acreditam que ficará como está (estável em relação aos 32% registrados em julho). A taxa dos que não opinaram sobre o poder de compra é de 9%.

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