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11% vêem pandemia totalmente controlada

Opinião Pública -

O otimismo dos brasileiros com relação ao controle da pandemia do coronavírus registra índice recorde. A parcela que avalia que a pandemia está totalmente controlada vem crescendo e pela primeira vez alcança dois dígitos, 11% (era 9% em setembro, 5% em julho, 4% em maio e 2% em março). Sete em cada dez (68%) avaliam que a pandemia está em parte controlada (era 71% em setembro, 53% em julho, 42% em maio, 18% em março e 33% em janeiro) e 20% avaliam que a pandemia está fora de controle (mesmo índice de setembro). Uma fração de 1% não opinou (mesmo índice anterior).

A percepção de que a pandemia está totalmente controlada é mais alta entre os eleitores de Bolsonaro (22%) e entre os que aprovam o governo do presidente Jair Bolsonaro (24%). Já, a percepção de que a pandemia está em parte controlada é mais alta entre os mais instruídos (77%) e entre os que possuem renda familiar de mais de 5 a 10 salários mínimos (76%). Por fim, a percepção que a pandemia está fora de controle alcança índices mais altos é mais alta entre os menos instruídos (26%), entre os que possuem renda familiar de até 2 salários mínimos (26%), entre os eleitores de Lula (26%) e entre os que reprovam o governo do presidente Jair Bolsonaro (26%).

Nesse levantamento, entre os dias 13 a 16 de dezembro de 2021, foram realizadas 3.666 entrevistas presenciais em 191 municípios, com brasileiros de 16 anos ou mais, de todas as classes sociais e de todas as regiões do país. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos considerando um nível de confiança de 95%.
Neste fim de ano, os brasileiros estão mais otimistas para viajar e encontrar amigos ou familiares, no entanto os índices são, todavia, minoritários.

Um quatro (24%) pretende viajar para passar as festas fora de casa (era 15% em dezembro de 2020), 76% não pretendem (era 84%) e 1% não opinou. São observadas diferenças significativas nos índices por gênero, faixa etária, grau de instrução e renda familiar mensal. Da parcela que pretende viajar são observados índices mais altos entre os homens do que entre as mulheres (28%, ante 20%), entre os mais jovens do que entre os mais velhos (33%, ante 15%), entre os mais instruídos do que entre os menos instruídos (36%, ante 14%) e entre os mais ricos do que entre os mais pobres (46%, ante 17%).

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