Indicadores mostram queda no pessimismo com economia

Opinião Pública -

A opinião da população segue na direção contrária dos índices oficiais de preços, que apontam para um momento de inflação baixa no Brasil. A maioria (55%) acredita que a inflação irá aumentar nos próximos meses, e somente 12% avaliam que irá diminuir. Para 28%, a inflação irá ficar como está, e 6% não opinaram sobre o tema. Em novembro do ano passado, 60% apontavam para alta na inflação, e os demais se dividiam entre os que acreditavam em queda (11%), estabilidade (24%) ou não responderam (5%).

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Presença de Lula na eleição divide população brasileira

Opinião Pública -

A parcela de brasileiros que acredita que Lula deveria ser preso após o que foi revelado pela Operação Lava-Jato e seus desdobramentos não sofreu alteração com a confirmação da condenação do petista em segunda instância, ocorrida na semana passada. Em setembro do ano passado, 54% declaravam que o petista deveria ir para a prisão. Hoje, diante da mesma questão, esse índice é de 53%. Para 44%, Lula não deveria ser preso (em setembro, 40%), e há 3% que preferiram não opinar (no levantamento anterior, 5%).

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Governo Temer é reprovado por 70%

Opinião Pública -

O governo do presidente Michel Temer (PMDB) é considerado ruim ou péssimo por 70% dos brasileiros, índice similar ao verificado em novembro do ano passado (71%). O índice de aprovação de Temer é de 6%, também no mesmo patamar do levantamento anterior (5%), e há 22% que o consideram regular (em setembro, 23%), além e 2% que não opinaram. Na região Nordeste, a reprovação a Temer alcança 80%, a mais alta entre todos os segmentos.

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42% das mulheres brasileiras já sofreram assédio sexual

Opinião Pública -

Uma parcela de 42% das brasileiras com 16 anos ou mais declara já ter sido vítima de assédio sexual. De forma geral, é mais comum o relato de assédio entre as mais escolarizadas (57%) e de renda mais alta (58% na faixa com renda mensal familiar acima de 10 salários) do que entre aquelas que estudaram até o ensino fundamental (26%) ou estão na faixa de renda familiar mais baixa, de até 2 salários (38%). Além disso, a taxa de católicas que declaram ter sofrido assédio (32%) fica abaixo da registrada entre evangélicos (47%) e mulheres sem religião (68%).

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Cai taxa de brasileiros contra o aborto

Opinião Pública -

A maior parcela dos brasileiros adultos segue favorável a criminalização do aborto, porém a taxa recuou no último ano. A taxa de brasileiros que avaliaram que a mulher que interrompe uma gravidez deve ser processada e ir para a cadeia passou de 64%, em dezembro de 2016, para 57% - este é o segundo patamar mais baixo da série, ficando acima apenas do índice de 2007 (era 43%). No período, a taxa de brasileiros que declararam ser contrários a criminalização do aborto cresceu de 23% para 36% - segundo patamar mais alto da série, abaixo apenas do índice de 2007 (era 52%). Uma parcela de 7% não opinou.

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