Sobe aprovação ao trabalho de Bruno Covas na pandemia do coronavírus

Opinião Pública -

A aprovação do prefeito Bruno Covas (PSDB) no enfrentamento à pandemia causada pelo coronavírus subiu de 39% para 46% desde a primeira semana de outubro e atingiu o índice mais alto desde o início da campanha eleitoral (em pesquisa realizada entre 21 e 22 de setembro, 37% aprovavam o trabalho do tucano na pandemia). A reprovação ao desempenho de Covas caiu de 25% para 18% na comparação com a pesquisa do início de outubro, e a avaliação regular oscilou de 35% para 34%, com 2% sem opinião.

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No Rio, 50% reprovam desempenho de Bolsonaro na pandemia

Opinião Pública -

A maior parcela dos eleitores da cidade do Rio de Janeiro reprova a maneira como o governo de Marcelo Crivella (Republicanos) vem enfrentando a pandemia de coronavírus. Para 55%, o desempenho da Prefeitura no combate à pandemia é ruim ou péssimo, para 26% é regular e para 16%, ótimo ou bom. Uma fração de 2% não opinou.

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Cai aprovação ao trabalho de Geraldo Julio no combate à pandemia

Opinião Pública -

A aprovação ao trabalho do prefeito Geraldo Julio (PSB) no combate à pandemia do coronavírus caiu de 42% para 32% na comparação com a primeira semana de outubro, e sua reprovação passou de 24% para 30% no mesmo período. Há 36% que consideram o desempenho do prefeito regular (eram 33%), e 2% não opinaram.

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Em BH, 46% reprovam desempenho de Bolsonaro na pandemia

Opinião Pública -

A maior parcela dos eleitores da cidade de Belo Horizonte aprova a maneira como o governo de Alexandre Kalil (PSD) vem enfrentando a pandemia de coronavírus. Para 70%, o desempenho da prefeitura no combate à pandemia é ótimo ou bom, para 17% é regular e para 12%, ruim ou péssimo. Uma fração de 1% não opinou.

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Maioria (60%) não mudaria do Recife

Eleições -

A maioria (60%) dos eleitores de Recife não se mudaria da cidade se tivesse essa oportunidade. A taxa dos que se mudariam é mais alta entre os mais jovens (49% entre quem tem de 16 a 24 anos) e cai conforme o avanço da idade. Na faixa intermediária, de 35 a 44 anos, 37% se mudariam, e entre quem tem 60 anos ou mais esse índice cai para 27%. Entre eleitores recifenses com renda familiar de até 2 salários mínimos, 36% se mudariam da capital pernambucana se pudessem, índice que sobe para 44% entre quem tem renda superior a 5 salários.

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