Menos pessimista, 50% ainda esperam alta da inflação nos próximos meses

Opinião Pública -

As expectativas econômicas com a inflação, desemprego e poder de compra ficaram estáveis na comparação com o levantamento de junho. Com relação à inflação, a maior parcela dos brasileiros (56%) espera por um aumento dos preços (era 55% em junho), 11% por uma queda (era 14%) e 27%, que os preços ficarão estáveis (mesmo índice anterior). Uma parcela de 7% não opinou.

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Teme atinge índice mais alto de reprovação desde redemocratização

Opinião Pública -

O governo do presidente Michel Temer (PMDB) é considerado ruim ou péssimo por 73% dos brasileiros, o que o torna o presidente com o índice mais alto de reprovação na série histórica do Datafolha que tem início com a redemocratização. Até então, a marca de presidente mais rechaçado pelos brasileiros pertencia a sua antecessora, Dilma Rousseff (PT), que em agosto de 2015 tinha seu governo avaliado como ruim ou péssimo por 71% da população. Dois meses após assumir a Presidência no lugar da petista, em julho do ano passado, o peemedebista tinha 31% de reprovação. Esse índice vem subindo desde então: passou para 61% em abril deste ano, alcançou 69% e agora atinge 73%, o mais alto já registrado na série histórica do Datafolha. Atualmente, 5% consideram o governo Temer ótimo ou bom, aprovação mais baixa desde 1989, e para 20% sua gestão é regular, além de 2% que não opinaram.

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Metade dos brasileiros tem medo de sofrer violência policial

Opinião Pública -

Pesquisa Datafolha mostra que metade dos brasileiros tem medo de sofrer algum tipo de violência por parte da polícia. Cinco em cada dez (49%) afirmaram ter medo de sofrer violência por parte da Polícia Militar (22% têm muito medo e 26% um pouco) e 51% que não têm medo. Os índices são próximos para a Polícia Civil, 46% declararam ter medo (20% têm muito medo e 25% pouco medo) e 54% que não têm medo.

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Ideias afinadas com esquerda voltam a empatar com pensamento de direita

Opinião Pública -

Os brasileiros se dividem igualmente entre esquerda e direita hoje no país, demonstram suas opiniões a uma série de temas comportamentais e econômicos que permitem posicioná-los dentro do espectro político clássico que inclui, além dos polos de esquerda e direita, também o centro político. A direita hoje abrange 40% da população adulta do país, considerando tanto a direita (10%) quando a parcela de centro-direita (30%). Na esquerda estão 41%, divididos entre a esquerda posicionada mais ao estremo do espectro político, representada por 10%, quanto a centro-esquerda, que soma 31%. Entre eles está o centro, que abrange 20% dos brasileiros.

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Preferência por PT é mais alta desde campanha de reeleição de Dilma

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O PT é o partido preferido, atualmente, de 18% dos brasileiros com 16 anos ou mais, índice mais alto registrado desde outubro de 2014, quando 17% o indicavam como partido preferido durante campanha que elegeu Dilma Rousseff presidente. Isso acontece após o PT atingir o índice mais baixo (9%) desde 1993 na série histórica do Datafolha sobre preferência partidária, em dezembro do ano passado.

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