44% dos evangélicos são ex-católicos

Opinião Pública -

Três em cada dez (29%) brasileiros com 16 anos ou mais atualmente são evangélicos, dividindo-se entre aqueles que podem ser classificados como evangélicos pentecostais (22%), em maior número e frequentadores de igrejas como Assembleia de Deus, Universal do Reino de Deus, Congregação Cristã e Quadrangular do Reino de Deus, e 7%, como evangélicos não pentecostais, pertencentes a igrejas como Batista, Presbiteriana e Metodista, entre outras. Esse segmento evangélico fica abaixo do formado por católicos (50%), e ainda há 14% sem religião, 2% de espíritas, kardecistas e espiritualistas, 1% de umbandistas, 1% de praticantes do candomblé, 1% de ateus e 2% de outras religiões. Desde a década de 90, quando o Datafolha iniciou sua série histórica de consultas sobre o tema, esse quadro tem se alterado, com a diminuição na diferença dos índices de católicos e evangélicos e, mais recentemente, o aumento no número de brasileiros sem religião.

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Maioria é contra aprovação da PEC 55

Opinião Pública -

Pesquisa Datafolha mostra que a maioria dos brasileiros adultos é contra a aprovação da PEC 55. Seis em cada dez (60%) declararam serem contrários à aprovação da PEC 55, um quarto (24%) é a favor, 4% são indiferentes e 12% não responderam. Observa-se que o apoio à PEC é mais alto entre os mais ricos do que entre os mais pobres (35% ante 20%), enquanto a rejeição é mais alta entre os mais instruídos do que entre os menos instruídos (68% ante 51%). Entre os mais velhos (23%) e entre os menos instruídos (19%) são observadas as taxas mais altas de indecisos.

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Congresso Nacional tem pior avaliação desde anões do orçamento, em 1993

Opinião Pública -

Pesquisa Datafolha mostra que piorou a avaliação do desempenho do Congresso Nacional. A parcela de brasileiros que avalia como ruim ou péssimo o trabalho dos congressistas cresceu de 43%, em julho, para 58%. Este índice é o mais alto da série histórica, superando até então o pior resultado de setembro de 1993 (56%). No período a taxa de ótimo ou bom recuou de 12% para 7% - igualou o menor índice da série, de setembro de 1993 (7%) - e a avaliação regular foi de 40% para 31%. Uma parcela de 3% não respondeu (era 5%).

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Pessimismo com economia derruba confiança dos brasileiros

Opinião Pública -

O Índice Datafolha de Confiança (IDC) registrou 87 pontos em dezembro e fechou o ano com a mesma pontuação do início do ano (em fevereiro era 87 pontos). Na comparação com o último levantamento, de julho, o índice recuou 11 pontos (era 98). Este é o segundo ano consecutivo que o IDC fecha o ano abaixo dos 100 pontos: em 2015 fechou o ano com 80 pontos e em 2014, com 142 pontos. O resultado se deve à piora nas expectativas macro e microeconômicas, dos sete indicadores que compõem o IDC em cinco as pontuações recuaram e em dois, melhoraram. Este foi o primeiro levantamento após a posse de Michel Temer (PMDB) como presidente da República.

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Reprovação a Temer sobe para 51%

Opinião Pública -

O governo do presidente Michel Temer (PMDB) é avaliado como ruim ou péssimo por 51% dos brasileiros, índice 20 pontos superior ao registrado em julho, quando 31% tinham uma opinião negativa sobre sua gestão. A fatia dos que avaliam o governo Temer como ótimo ou bom caiu de 14% para 10% no mesmo período, e a avaliação regular passou de 42% para 34%. Há ainda 5% que não opinaram sobre o mandato do peemedebista, índice inferior ao registrado no levantamento anterior (13%).

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