Após 9 meses, Crivella é reprovado por 40%, e 16% aprovam seu governo

Opinião Pública -

Após noves meses à frente da cidade do Rio de Janeiro, o prefeito Marcelo Crivella (PRB) é aprovado por 16% dos cariocas, taxa dos que consideram sua administração ótima ou boa. Os demais reprovam sua gestão (40%), avaliando-a como ruim ou péssima, ou péssima, ou a veem como regular (39%), além daqueles que preferiram não opinar (5%) sobre o tema.

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Cai aprovação à gestão Doria em SP

Opinião Pública -

A taxa de aprovação da gestão João Doria (PSDB) pelos paulistanos caiu de 41% no início de junho para 32% atualmente. Sua taxa de reprovação, no mesmo período, passou de 22% para 26%, e cresceu de 34% para 40% a fatia dos que consideram o governo do tucano regular. Há ainda 2% que preferiram não opinar sobre o tema. No início do mandato de Doria, em fevereiro deste ano, seu governo era visto como ótimo ou bom por 44%, ou seja, houve recuo de 12 pontos em seu nível de aprovação desde então. A taxa de ruim ou péssimo, que era de 13%, subiu 13 pontos nesse intervalo, e a avaliação regular, que era de 33%, cresceu sete pontos. Em fevereiro, 10% não tinham opinião sobre a gestão atual da capital paulista, oito pontos a mais do que atualmente.

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Maioria rejeita "rouba mas faz"

Opinião Pública -

De maneira geral, os brasileiros repudiam o "rouba mas faz" dos governantes e a corrupção. Das cinco situações pesquisadas, em todas a maioria dos entrevistados rejeitou as situações de corrupção. Entre os mais instruídos e entre os mais ricos são observadas as respostas mais críticas às situações.

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Apoio à democracia recua

Opinião Pública -

Para 56% dos brasileiros adultos, a democracia é sempre melhor que qualquer outra forma de governo, enquanto para 21% tanto faz se o governo é uma democracia ou uma ditadura, e para 17%, em certas circunstâncias é melhor uma ditadura do que uma democracia. Uma parcela de 5% não opinou.

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Menos pessimista, 50% ainda esperam alta da inflação nos próximos meses

Opinião Pública -

As expectativas econômicas com a inflação, desemprego e poder de compra ficaram estáveis na comparação com o levantamento de junho. Com relação à inflação, a maior parcela dos brasileiros (56%) espera por um aumento dos preços (era 55% em junho), 11% por uma queda (era 14%) e 27%, que os preços ficarão estáveis (mesmo índice anterior). Uma parcela de 7% não opinou.

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