Após alta pós-eleitoral, otimismo econômico recua em abril

Opinião Pública -

Pesquisa Datafolha mostra que o otimismo dos brasileiros adultos com a economia brasileira recuou de dezembro a abril. É o que mostram os indicadores macroeconômicos de expectativa sobre inflação, desemprego e poder de compra e as expectativas com a situação econômica do país e pessoal para os próximos meses pioraram. O otimismo com a maioria dos indicadores, porém, segue elevado quando comparado à série histórica.

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Após três meses de governo, Bolsonaro é aprovado por 32%

Opinião Pública -

Após três meses à frente da Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL) tem seu governo aprovado, ou seja, avaliado como ótimo ou bom, por 32% dos brasileiros com 16 anos ou mais, e uma fatia similar, de 30%, o vê como ruim ou péssimo e o desaprova. Os demais consideram o governo do militar reformado regular (33%) ou preferiram não opinar (4%).

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Pauta de prioridades de Bolsonaro gera interesse em poucos brasileiros

Opinião Pública -

A agenda de propostas prioritárias do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para seu governo - e para o país - está longe de coincidir com o que pensa o brasileiro sobre temas como flexibilização da posse de armas, privatizações, licenciamento ambiental e escola sem partido, entre outros. No conjunto, a pauta do governo de Jair Bolsonaro está descolada da opinião pública, mostra análise análise de Mauro Paulino e Alessandro Janoni, diretores do Instituto Datafolha, a partir do resultado de uma série de questões apresentada aos brasileiros em pesquisa realizada em dezembro. Todos os dados que envolvem o estudo e as conclusões dessa análise estão em artigo publicado pela Folha.

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Maioria quer redução da maioridade penal e é contra posse de armas

Opinião Pública -

A maioria (84%) dos brasileiros adultos é favorável a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. O apoio à redução da maioridade penal é majoritário em todos os segmentos. Já, uma parcela de 14% é contrária à redução (entre os mais instruídos e entre os mais ricos o índice sobe para, respectivamente, 22% e 25%), 1% é indiferente e 1% não opinou.

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