Expectativas econômicas ficam estáveis

Opinião Pública -

As expectativas econômicas com a inflação, desemprego e poder de compra ficaram estáveis na comparação com o levantamento de abril. Com relação à inflação, a maior parcela dos brasileiros (55%) espera por um aumento dos preços (era 56% em abril), 14% por uma queda (era 13%) e 27%, que os preços ficaram estáveis (mesmo índice anterior). Uma parcela de 4% não opinou. Nesse levantamento, nos dias 21, 22 e 23 de junho de 2017, foram realizadas 2.771 entrevistas em 194 municípios brasileiros. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos considerando um nível de confiança de 95%.

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Para 83%, Temer teve participação direta em esquemas de corrupção

Opinião Pública -

Pesquisa Datafolha mostra que nove em cada dez brasileiros adultos (88%) tomaram conhecimento sobre as denúncias de corrupção que envolvem o presidente Michel Temer e os executivos da JBS, Joesley e Wesley Batista, no âmbito da Operação Lava-Jato. Desses, 31% declararam estarem bem informados, 47% mais ou menos e 10% mal informados. Uma parcela de 12% declarou não ter conhecimento o sobre o assunto - entre os mais jovens (19%), entre os menos instruídos (19%) e entre os mais pobres (17%) são observados os índices de desconhecimento mais altos.

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Somente 7% aprovam governo Temer

Opinião Pública -

Envolvido em denúncias de corrupção e um ano e um mês após assumir a Presidência da República, Michel Temer (PMDB) tem seu governo aprovado por somente 7% dos brasileiros com 16 anos ou mais, índice que o coloca entre os presidentes com pior aprovação na série histórica do Datafolha. Na última avaliação presidencial, realizada em abril, a gestão do peemedebista era aprovada por 9%. No mesmo período, a reprovação a Temer subiu de 61% para 69%, índice que o coloca no mesmo patamar de Dilma Rousseff (PT) ao atingir seu índice mais alto de reprovação (71%), o mais alto já registrado nas pesquisas do Datafolha, em agosto de 2015. Há ainda 23% que avaliam a gestão de Temer como regular, e 2% que preferiram não opinar.

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Usuário da cracolândia é homem, tem baixa escolaridade, vive de bicos e mora sozinho nas ruas e praças

Opinião Pública -

Nos últimos cinco anos, pouca coisa mudou no perfil do usuário de crack do centro de São Paulo: a maioria é preta ou parda, com escolaridade fundamental, faz parte da PEA (População Economicamente Ativa) mas sobrevive de bicos, vive sozinha em locais públicos e começou a usar a droga aos 22 anos, em média. Em janeiro de 2012, o Datafolha saiu às ruas ouvir esses usuários após ação da Polícia Militar na área conhecida como cracolândia. Agora, após nova ação da Prefeitura em parceria com o Governo do Estado de São Paulo para acabar com a mesma cracolândia, o repertório de questões aos usuários foi ampliado para abranger a opinião dessas pessoas sobre temas como internação forçada e motivações para o início no uso do crack.

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Maioria dos paulistanos aprova ações na cracolândia

Opinião Pública -

Ampla maioria dos paulistanos (89%) tomou conhecimento da ação para acabar com a cracolândia, na região central de São Paulo. Estão bem informados sobre o assunto 42%, e os demais estão mais ou menos informados (39%) ou mal informados (7%).

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