Aprovação a Bolsonaro cai de 37% para 31%, e reprovação vai a 40%

Opinião Pública -

A aprovação ao governo Jair Bolsonaro (sem partido) recuou de 37% para 31% entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, movimento acompanhado por uma alta de 32% para 40% na parcela da população que reprova a gestão do presidente, ou seja, consideram-na ruim ou péssima, e por uma oscilação de 29% para 26% na taxa dos que a avaliam como regular.

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73% defendem urnas eletrônicas, e 23% querem volta do voto impresso

Opinião Pública -

A maioria (56%) dos brasileiros é contra o voto obrigatório que hoje vigora no país, e 41% são a favor, com 2% indiferentes ou sem opinião sobre o assunto. Na última pesquisa realizada pelo Datafolha sobre o tema, em junho de 2015, a parcela de brasileiros contrários ao voto obrigatório atingiu o maior índice: 66%, desde o início da série histórica. O índice atual é próximo aos observados nas pesquisas realizadas entre julho e outubro de 2014.

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Para 58%, Flavio Bolsonaro é culpado no caso das rachadinhas

Opinião Pública -

Sete em cada dez brasileiros adultos (71%) tomaram conhecimento do caso das "rachadinhas" em que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) é acusado de desviar parte do salário dos seus assessores, quando era deputado estadual do Rio de Janeiro. Desses, 23% estão bem informados sobre o tema, 34% estão mais ou menos informados e 14% estão mal informados. Uma parcela de 29% não tomou conhecimento sobre o assunto - entre os que aprovam o governo do presidente Jair Bolsonaro o índice sobe para 37%.

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Isolamento atinge menor patamar da pandemia em dezembro

Opinião Pública -

Pesquisa Datafolha mostra que os níveis de isolamento social seguem recuando e alcançaram em dezembro o patamar mais baixo do ano. Quatro em cada dez adultos (39%) que possuem celular estão totalmente isolados ou saem de casa somente quando inevitável (era 51% em agosto, 63% em junho e 72% no início de abril). Desses, 5% não saem de casa de jeito nenhum (era 8% em agosto, 12% em junho e 18% no início de abril) e 34% saem de casa somente quando muito necessário (era 43% em agosto, 51% em junho e 54% no início de abril). Uma parcela de 54% declarou que sai de casa para trabalhar ou fazer outras atividades (era 44% em agosto, 34% em junho e 24% no início de abril) e 7% saem de casa normalmente, sem alterar a rotina (era 6% em agosto) - ambos os índices são os mais altos da série.

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