Isolamento social cai para menor nível desde início da pandemia

Opinião Pública -

Pesquisa Datafolha mostra que os níveis de isolamento social recuaram para o patamar mais baixo da série histórica. A parcela que está totalmente isolada ou sai de casa somente quando é inevitável recuou 12 pontos percentuais de junho a agosto, passou de 63% para 51%. Desses, 8% não saem de casa de jeito nenhum (era 12% em junho) e 43% saem de casa somente quando muito necessário (era 51%). Uma parcela de 44% declarou que sai de casa para trabalhar ou fazer outras atividades (era 34%) e 6% saem de casa normalmente, sem alterar a rotina (era 3%) - ambos os índices são os mais altos da série.

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9% não pretendem se vacinar contra Covid-19

Opinião Pública -

Nove em cada dez brasileiros adultos (89%) declararam que pretendem se vacinar quando a vacina contra a Covid-19 estiver disponível. Uma parcela de 9% não pretende se vacinar e 3% não sabem.

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Sobe reprovação ao Congresso

Opinião Pública -

O desempenho de deputados e senadores que estão atualmente no Congresso é considerado ótimo ou bom por 17%, em linha com a taxa de aprovação do último levantamento sobre o tema, na última semana de maio deste ano (18%). No mesmo período, a reprovação aos parlamentares subiu de 32% para 37%, e a avaliação regular caiu de 47% para 43%.

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Para 47%, Bolsonaro não tem culpa por 100 mil mortes por Covid-19

Opinião Pública -

Informados de que o país passou de 100 mil mortes causadas pelo coronavírus, os brasileiros também foram consultados pela culpa do presidente por essa marca. Uma minoria (11%) vê Jair Bolsonaro como o principal culpado por esse número de mortes, e para 41% ele é um dos culpados, mas não é o único culpado. Quase metade (47%) dos brasileiros, no entanto, não atribuem nenhuma culpa ao presidente pelas 100 mil mortes por Covid-19 no país, e 2% não opinaram.

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Aprovação a Bolsonaro cresce e é a mais alta desde início de mandato

Opinião Pública -

A aprovação ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cresceu de 32% para 37% desde a segunda quinzena de junho e atingiu sua melhor taxa de ótimo ou bom desde o início do mandato nesta segunda semana de agosto. A reprovação, soma da avaliação ruim e péssima, teve recuo mais acentuado e caiu de 44% para 34% no mesmo período. A parcela que considera o governo Bolsonaro regular também cresceu, de 23% para 27%, e há ainda 1% que preferiu não opinar.

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