Lula amplia vantagem no 1º turno mas perderia disputa direta contra Marina

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O ex-presidente Lula (PT) ampliou a liderança no 1º turno na disputa pela Presidência da República em 2018 e, nos cenários de 2º turno, só seria derrotado por Marina Silva (Rede). O petista, porém, segue como o mais rejeitado entre os nomes testados, agora ao lado do atual presidente, Michel Temer (PMDB), cujo índice de rejeição cresceu mais de dez pontos desde julho. Entre os três nomes do PSDB incluídos na pesquisa, dois tiveram queda ou oscilação negativa - Aécio Neves e José Serra - enquanto a preferência por Geraldo Alckmin se manteve inalterada.

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Com vantagem menor, Crivella (58%) é favorito contra Freixo (42%) no Rio

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Pesquisa Datafolha concluída na véspera da eleição mostra que Crivella (PRB) mantém a liderança para a Prefeitura do Rio de Janeiro. O senador liderou todo o 2º turno, porém sua vantagem sobre Marcelo Freixo (PSOL) vem recuando: nos votos válidos, era de 32 pontos percentuais na pesquisa do dia 14 (66% a 34%), passou para 26 pontos na pesquisa do dia 25 (63% a 37%) e agora alcançou 16 pontos (58% a 42%).

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Geraldo Julio (60%) é favorito contra João Paulo (40%) no Recife

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Pesquisa Datafolha concluída na véspera da eleição mostra que se a eleição fosse hoje, Geraldo Julio (PSB) seria reeleito para prefeito de Recife. Na comparação com a pesquisa do início da semana, as intenções de voto ficaram estáveis. Geraldo Julio oscilou de 59% para 60% dos votos válidos, enquanto João Paulo (PT) foi de 41% para 40%.

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Em BH, eleição tem diisputa indefinida entre Kalil (52%) e Leite (48%)

Eleições -

A disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte chega à véspera da eleição indefinida, tendo Kalil (PHS) e João Leite (PSDB) empatados no limite da margem de erro, com 52% e 48% dos votos válidos, respectivamente. O quadro é igual ao verificado no início desta semana, quando os candidatos tinham os mesmos índices, e difere do início da campanha neste 2º turno, que começou com Leite à frente: em pesquisa realizada em 11 de outubro, o tucano tinha 55% dos votos válidos, ante 45% do adversário. Essa contabilidade utilizada para chegar aos votos válidos, porém, não inclui os índices de votos em branco, nulos ou de eleitores indecisos, que na capital mineira atingem taxas elevadas na véspera da votação e poderão definir quem será o próximo prefeito a partir do próximo ano.

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